Olhando do alto


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Não consigo ter âncoras, não me atraem as amarras. Gosto de ter a escolha de poder voar quando bem quiser. Alto ou baixo, longe ou perto, sozinha ou acompanhada, mas voar…

Por onde a gente passa, a gente deixa e a gente leva e não importa se pouco ou muito. Viver é sair espalhando sementes e se você corre o risco de percorrer os mesmos caminhos, trate de deixar por eles coisas boas. Se você trilha apenas novos caminhos, construa-os da melhor maneira possível. Mas sobrevoe.

E para voar é preciso leveza, necessário se desfazer de todos os pesos, os incômodos, os supérfluos… Abrir mão de tudo que é inútil, do que sufoca, do que não alimenta, do que não sustenta. Pra voar é preciso sentir-se como parte do vento.

…(Feche os olhos e voe)…

E quando voamos, olhamos tudo do alto e todas as coisas se tornam pequenas. E é bem mais simples olhar para frente e continuar. É mais fácil deixar de lado, relevar e até esquecer. Quando vemos do alto, as montanhas são pequenas e tão simples e do alto, as coisas que você resolveu não carregar são invisíveis. Somente as coisas importantes são vistas de cima.

Só precisa ser leve…

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2 comentários sobre “Olhando do alto

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